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Na quarta-feira (14), a Sony alertou que pode aumentar os preços dos seus produtos eletrônicos, seguindo o caminho da Nintendo e da Microsoft, que já aplicaram reajustes nos videogames. A empresa também cogita transferir as fábricas do PlayStation para os Estados Unidos, segundo o presidente da Sony, Hiroki Totoki. Atualmente a produção do console está concentrada na China.
Para Joost van Dreunen, professor da Escola de Negócios Stern da Universidade de Nova York, a mudança “é estrategicamente complicada” por causa dos desafios que envolveriam coordenar mão de obra, fornecedores e logística. “Mesmo que o PS5 e o PS6 possam ser produzidos no país, não está claro que isso deve acontecer”, completa.
Durante a divulgação de resultados da empresa, a diretora financeira da Sony, Lin Tao, alertou que as tarifas impostas pelo governo de Donald Trump vão impactar a produção de hardware, videogames e semicondutores, o que deve afetar o preço final de produtos eletrônicos, embora não tenha citado especificamente o PlayStation 5.
Em abril, após o anúncio das tarifas, a Sony já aumentou o preço do console em 25% na Europa, Austrália e Nova Zelândia. A empresa justificou a decisão dizendo que ela responde a “um ambiente econômico desafiador, que inclui alta inflação e flutuações nas taxas de câmbio”.
“A Sony aumentou os preços em todos os lugares, exceto nos Estados Unidos. É seguro dizer que lá também terá reajuste”, diz Van Dreunen.
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