As Atletas Mais Bem Pagas do Mundo em 2025

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Depois que Elena Rybakina venceu Aryna Sabalenka para conquistar o WTA Finals no mês passado em Riad, Arábia Saudita, ela não saiu apenas com um troféu. A estrela do tênis, de 26 anos, também levou para casa o maior prêmio em dinheiro por evento único na história do tênis feminino: um cheque de US$ 5,235 milhões. Mas Rybakina está longe de ser a única a capitalizar a onda de dinheiro e interesse nos esportes femininos.

Em novembro, por exemplo, a golfista do LPGA Tour Jeeno Thitikul venceu o CME Group Tour Championship, junto com US$ 4 milhões em prêmios, igualando o maior pagamento da história do esporte. E, no basquete feminino, estrelas como Sabrina Ionescu e Angel Reese complementaram seus salários da WNBA, limitados este ano a US$ 249.244, jogando na liga de inverno estreante Unrivaled, que, segundo relatos, pagou às participantes em média cerca de US$ 220.000 em sua temporada inaugural — e já se comprometeu a aumentar os salários em 2026.

Juntas, as 20 atletas mais bem pagas do mundo — uma lista que inclui Sabalenka em 2º lugar, Rybakina empatada em 8º, Ionescu em 13º, Thitikul em 14º e Reese em 15º, além de superestrelas como a nº 11 Caitlin Clark, do Indiana Fever da WNBA — arrecadaram US$ 293 milhões neste ano antes de impostos e taxas de agentes, segundo estimativas da Forbes, que consideram tanto a renda “em campo” de salários e premiações quanto o dinheiro “fora de campo” de patrocínios, aparições, licenciamento e memorabilia. Esse total representa um aumento de 13% em relação aos US$ 258 milhões de 2024. Enquanto isso, o corte para o top 20 subiu para US$ 8,1 milhões, ante US$ 6,3 milhões um ano antes.

Coco Gauff, recentemente homenageada na lista Forbes Under 30 na categoria esportes, lidera o ranking de ganhos pelo segundo ano consecutivo, somando estimados US$ 33 milhões nos últimos 12 meses. Embora a jovem fenômeno de 21 anos tenha arrecadado cerca de US$ 8 milhões nas quadras em uma temporada que teve seu segundo título de Grand Slam em simples, em Roland Garros, em junho, a maior parte do seu dinheiro vem de um robusto portfólio de patrocínios que inclui New Balance, Bose e Baker Tilly. Nenhuma outra atleta em atividade supera seus estimados US$ 25 milhões em receitas fora das quadras.

Gauff, que somou cerca de US$ 34,4 milhões em compensação total em 2024, também está em um patamar histórico raro. Nos 18 anos em que a Forbes publica um ranking de ganhos de mulheres, apenas duas atletas tiveram faturamentos maiores: as também tenistas Naomi Osaka, que está empatada em 8º na lista de 2025 com US$ 12,5 milhões, e Serena Williams, que ficou fora da nova lista porque se aposentou em 2022 (embora recentemente tenha precisado negar rumores de que estaria preparando um retorno). Ambas atingiram o pico em 2021, com Osaka em US$ 57,3 milhões e Williams em US$ 45,9 milhões.

Este ano, Gauff é uma das 14 atletas a superar os US$ 10 milhões, batendo o recorde de 11 do ano passado. E poderiam ter sido duas a mais em oito dígitos: como a lista é limitada a atletas que estiveram ativas em 2025, Simone Biles, que não compete desde as Olimpíadas de Paris 2024 e não indicou se retornará para os Jogos de 2028 em Los Angeles, ficou de fora, e Venus Williams também foi excluída dado seu calendário extremamente limitado, com três torneios disputados em 2025 e um total de cinco nos últimos dois anos.

Mesmo sem Biles para representar a ginástica, a lista apresenta uma variedade de esportes, com quatro jogadoras de basquete, duas golfistas, duas esquiadoras e uma atleta de cada um de dois esportes que nunca haviam aparecido no ranking: atletismo e rúgbi. Como de costume, o tênis lidera com dez representantes, mas esse número caiu de 11 e 12 nos dois anos anteriores, e está muito distante de 2019, quando todo o top 11 veio do esporte.

Apesar do impulso em todo o cenário dos esportes femininos, as atletas mais bem pagas ainda têm um longo caminho para alcançar seus pares masculinos. Nenhuma mulher entrou na lista anual da Forbes dos 50 atletas mais bem pagos desde 2023, e o corte para esse ranking subiu para impressionantes US$ 53,6 milhões este ano — mais de US$ 20 milhões acima do total de Gauff. Enquanto isso, a renda combinada dos 20 homens no topo dessa lista ultrapassou US$ 2,3 bilhões, aproximadamente oito vezes a marca cumulativa das mulheres mais bem pagas deste ano.

A diferença se deve parcialmente às oportunidades de marketing, que tendem a ser mais abundantes e mais lucrativas para atletas homens do que para mulheres. Os 20 homens do topo deste ano ganharam, fora de campo, estimados US$ 674 milhões, mais de três vezes os US$ 212 milhões das mulheres. A divisão maior, porém, está “em campo”, com salários, bônus e premiações. Entre NFL, MLB e NBA, 82 atletas masculinos nesta temporada superaram os ganhos totais de Gauff apenas com seus vencimentos esportivos, segundo o banco de dados de contratos Spotrac.

Diante dessa realidade, 72% da renda das 20 atletas mais bem pagas veio, neste ano, de fontes fora do campo/quadra. Para os homens, a proporção é quase exatamente inversa, com 71% do total vindo de salários, bônus e prêmios.

A lacuna de remuneração de gênero é menos severa em esportes individuais do que em esportes coletivos, mas ainda assim não é um campo nivelado. Por exemplo, Thitikul teve US$ 7,6 milhões em prêmios no LPGA em 2025, batendo o recorde do circuito pelo segundo ano seguido — um número superado por 19 golfistas na lista oficial de dinheiro do PGA Tour e 18 do LIV Golf, apoiado pela Arábia Saudita, neste ano. No tênis, embora os quatro torneios do Grand Slam paguem prêmios iguais para homens e mulheres desde 2007, eventos menores não fazem a mesma garantia.

“Às vezes há jogadoras que estão lotando alguns desses estádios mais do que alguns homens que estão recebendo muito mais”, disse Gauff à Forbes neste outono. “Acho que em eventos combinados [WTA e ATP], quando você olha objetivamente, não faz muito sentido por que a diferença salarial é tão grande.”

Em linhas gerais, a disparidade se resume à receita — as ligas masculinas simplesmente geram mais dinheiro e têm mais para gastar do que as ligas femininas. Mas, embora a NFL, que teve US$ 23 bilhões em receita em seu último ano fiscal, esteja em outro patamar, a Deloitte projeta que os esportes femininos gerariam coletivamente US$ 2,35 bilhões este ano, subindo de uma receita de US$ 1,88 bilhão em 2024, e as avaliações médias de equipes estão em US$ 272 milhões na WNBA e US$ 134 milhões na NWSL, segundo estimativas da Forbes. E o dinheiro extra vai voltar para as atletas.

A LPGA, por exemplo, anunciou uma premiação recorde de US$ 132 milhões para a próxima temporada — um aumento de 91% desde 2021 — e a WTA já havia prometido fechar a lacuna salarial entre jogadores e jogadoras nos eventos combinados de nível 500 e 1000 até 2033. Em abril, o Charleston Open se tornou o primeiro torneio WTA 500 a igualar voluntariamente sua premiação, a partir de 2026.

Mudanças também são iminentes no basquete feminino, com a WNBA e seu sindicato de jogadoras atualmente renegociando o acordo coletivo de trabalho antes de um pacote nacional de direitos de mídia de 11 anos e US$ 2,2 bilhões entrar em vigor em 2026. Neste mês, segundo relatos, a liga ofereceu aumentar seus salários mínimo e máximo em cerca de quatro vezes, para US$ 225.000 e US$ 1 milhão, e, além da Unrivaled, novas competições como a Athletes Unlimited estão surgindo para reforçar o pagamento às jogadoras. Um novo projeto, o Project B, estaria tentando atrair estrelas com salários de US$ 2 milhões para uma temporada inaugural em 2026-27 — quase dez vezes o que elas podem ganhar atualmente na WNBA.

Com esse tipo de dinheiro disponível pela primeira vez, as atletas podem em breve estar “enterrando a bola” também no quesito financeiro.

As atletas mais bem pagas do mundo em 2025

#1. US$ 33 milhões – Coco Gauff

Atleta feminina mais bem paga do mundo, a tenista Coco Gauff é um dos destaques da lista Forbes Under 30 USA 2026

Guerin Blask/Forbes

Atleta feminina mais bem paga do mundo, a tenista Coco Gauff é um dos destaques da lista Forbes Under 30 USA 2026

Esporte: Tênis | Nacionalidade: EUA | Idade: 21 | Em quadra: US$ 8 milhões • Fora das quadras: US$ 25 milhões

Gauff passou 2025 trabalhando para corrigir a oscilação do saque, mas ainda assim conquistou dois títulos de simples, incluindo Roland Garros, e tornou-se a primeira americana com pelo menos quatro finais em um mesmo ano desde Serena Williams, em 2014. Nos negócios, o sucesso veio ainda mais fácil. Mercedes-Benz e Chase Bank juntaram-se ao já robusto time de patrocinadores da americana de 21 anos, e ela firmou com a New Balance e a Miu Miu para criar uma cápsula de moda. Terceira tenista mais bem paga do ano (atrás apenas de Carlos Alcaraz e Jannik Sinner), Gauff começou a desenvolver séries, filmes e conteúdo digital com o estúdio Religion of Sports e deixou a agência Team8 para lançar sua própria empresa de gestão, a Coco Gauff Enterprises, com apoio da WME — decisão que, segundo escreveu no Instagram, lhe permitirá “assumir maior controle da minha carreira”.


#2. US$ 30 milhões – Aryna Sabalenka

Tenista Aryna Sabalenka segura um troféu

Getty Images

Aryna Sabalenka conquistou seu segundo título consecutivo do Australia Open em 2024

Esporte: Tênis | Nacionalidade: Belarus | Idade: 27 | Em quadra: US$ 15 milhões • Fora das quadras: US$ 15 milhões

Encerrando a temporada como nº 1 do mundo pelo segundo ano seguido, Sabalenka liderou o circuito com quatro títulos em 2025, incluindo seu quarto major no US Open, e estabeleceu um recorde anual de US$ 15 milhões em prêmios. A bielorrussa de 27 anos também ultrapassou Venus Williams e Iga Swiatek para assumir a vice-liderança histórica em prêmios da WTA (US$ 45,2 milhões), atrás apenas de Serena Williams (US$ 94,8 milhões), e tornou-se a quarta atleta feminina a atingir US$ 30 milhões no ranking da Forbes. Patrocinada por marcas como Audemars Piguet e Master & Dynamic, ela encara este mês Nick Kyrgios em uma exibição “Batalha dos Sexos” em Dubai. “Eu sei que vou ganhar essa”, disse rindo após outra exibição recente com o australiano.


#3. US$ 25,1 milhões – Iga Swiatek

Esporte: Tênis | Nacionalidade: Polônia | Idade: 24 | Em quadra: US$ 10,1 milhões • Fora das quadras: US$ 15 milhões

Sempre favorita no saibro — com quatro títulos de Roland Garros —, Swiatek teve um avanço na grama ao conquistar Wimbledon pela primeira vez. Com 62 vitórias em nível WTA em 2025, tornou-se a primeira a passar de 60 por quatro temporadas seguidas desde Martina Hingis e Lindsay Davenport (sequência encerrada em 2001). Swiatek também se juntou a Coco Gauff e Aryna Sabalenka em uma carta pedindo que os quatro Grand Slams destinem maior parcela de suas receitas aos jogadores.


#4. US$ 23,1 milhões – Eileen Gu

Esporte: Esqui estilo livre | Nacionalidade: China | Idade: 22 | Em competição: US$ 0,1 milhão • Fora das pistas: US$ 23 milhões

Os cheques nas pistas não impressionam: US$ 40 mil pelos títulos de slopestyle e halfpipe na Copa do Mundo e US$ 55 mil no halfpipe da nova Snow League. Mas a americana nascida na Califórnia, que compete pela China natal de sua mãe, tem uma longa lista de patrocinadores de peso, incluindo Red Bull, Porsche, IWC Schaffhausen e, mais recentemente, TCL.


#5. US$ 22,6 milhões – Qinwen Zheng

Getty Images

Getty Images

Qinwen Zheng.

Esporte: Tênis | Nacionalidade: China | Idade: 23 | Em quadra: US$ 1,6 milhão • Fora das quadras: US$ 21 milhões

Uma lesão no cotovelo atrapalhou a temporada, e, no retorno após cirurgia em julho, ela abandonou o segundo jogo no China Open. Ainda assim, depois do ouro em Paris 2024 e da primeira final de Grand Slam no Australian Open, as expectativas seguem altas. Estrela de marketing na China, soma mais de uma dúzia de parceiros, como Alipay, Audi e Dior.


#6. US$ 13,4 milhões – Madison Keys

Esporte: Tênis | Nacionalidade: EUA | Idade: 30 | Em quadra: US$ 4,4 milhões • Fora das quadras: US$ 9 milhões

Mais de sete anos após sua primeira final de major (US Open 2017), Keys voltou ao palco grande no Australian Open — e, desta vez, venceu, superando a nº 1 Aryna Sabalenka em três sets. Ninguém na Era Aberta esperou tanto entre a primeira e a segunda final. Parceira de marcas como Brilliant Earth, IBM e MassMutual, entrou no top 5 pela primeira vez e fechou o ano em nº 7.


#7. US$ 13 milhões – Nelly Korda

Esporte: Golfe | Nacionalidade: EUA | Idade: 27 | Em campo: US$ 3 milhões • Fora do campo: US$ 10 milhões

Sem título na LPGA em 2025, um ano após vencer 7 de 16 torneios. “Foi um sufoco”, disse em novembro — embora estatisticamente tenha sido superior em alguns aspectos. Fora do campo, fechou com a EY, somando-se a Cisco, Delta Air Lines e Goldman Sachs.


#8 (empate). US$ 12,5 milhões – Naomi Osaka

Esporte: Tênis | Nacionalidade: Japão | Idade: 28 | Em quadra: US$ 2,5 milhões • Fora das quadras: US$ 10 milhões

Quatro vezes campeã de Grand Slam, Osaka mostrou lampejos da velha forma: venceu seu primeiro título WTA em mais de quatro anos (Saint-Malo, abril) e voltou ao top 20 pela primeira vez desde janeiro de 2022. Encerra o ano em nº 16, com semifinal no US Open.

#8 (empate). US$ 12,5 milhões – Elena Rybakina

Esporte: Tênis | Nacionalidade: Cazaquistão | Idade: 26 | Em quadra: US$ 8,5 milhões • Fora das quadras: US$ 4 milhões

Wimbledon 2022 segue como seu maior título, mas pagou “só” US$ 2,4 milhões — menos da metade dos US$ 5,2 milhões pelo título invicto no WTA Finals. Teve 516 aces no ano, maior marca da WTA desde 2016 e 143 a mais que a vice-líder de 2025.


#10. US$ 12,3 milhões – Jessica Pegula

Esporte: Tênis | Nacionalidade: EUA | Idade: 31 | Em quadra: US$ 5,3 milhões • Fora das quadras: US$ 7 milhões

Retrato de consistência: três títulos em três superfícies e quarta classificação seguida ao WTA Finals. As novidades: parcerias com Hyatt e a ração Maev, além do podcast The Player’s Box ao lado de Madison Keys, Jennifer Brady e Desirae Krawczyk.


#11. US$ 12,1 milhões – Caitlin Clark

Esporte: Basquete | Nacionalidade: EUA | Idade: 23 | Em quadra: US$ 0,1 milhão • Fora da quadra: US$ 12 milhões

Perdeu 31 dos 44 jogos do Fever e os oito dos playoffs, mas voltou 100% com a seleção dos EUA e exibiu seu poder de audiência no pro-am Annika (o Golf Channel ampliou a cobertura para acompanhar sua participação). Vende mais camisas na Fanatics do que qualquer outro jogador de basquete exceto Stephen Curry e terá um tênis assinatura da Nike.


#12. US$ 11,3 milhões – Amanda Anisimova

Esporte: Tênis | Nacionalidade: EUA | Idade: 24 | Em quadra: US$ 7,3 milhões • Fora das quadras: US$ 4 milhões

Do nº 36 ao nº 4 em 2025: seus dois primeiros WTA 1000 e finais em Wimbledon e US Open. Atribui a virada à pausa de 2023. No WTA Awards, levou “jogadora que mais evoluiu”.


#13. US$ 10,5 milhões – Sabrina Ionescu

Esporte: Basquete | Nacionalidade: EUA | Idade: 28 | Em quadra: US$ 0,5 milhão • Fora da quadra: US$ 10 milhões

Mesmo com eliminação nas quartas, o ano foi forte: novos patrocinadores (Ant International, Away), sociedade no Bay FC (NWSL) e dois comerciais no Super Bowl (Michelob Ultra, Nike). Seu tênis assinatura é um dos mais populares da Nike.


#14. US$ 10,3 milhões – Jeeno Thitikul

Esporte: Golfe | Nacionalidade: Tailândia | Idade: 22 | Em campo: US$ 8,3 milhões • Fora do campo: US$ 2 milhões

Bi no CME Group Tour Championship que rendeu US$ 8 milhões e a levou ao nº 7 da lista histórica de prêmios da LPGA (US$ 17,4 mi). Já quebrou o recorde de média de tacadas em uma temporada (68,68) em 2025.


#15. US$ 9,4 milhões – Angel Reese

Esporte: Basquete | Nacionalidade: EUA | Idade: 23 | Em quadra: US$ 0,4 milhão • Fora da quadra: US$ 9 milhões

Em apenas dois anos de carreira, virou um dos rostos da WNBA: tênis assinatura com a Reebok, passarela no desfile da Victoria’s Secret, participação no filme da Netflix A House of Dynamite e capa de edições do jogo NBA 2K26. “A WNBA não paga minhas contas”, disse em 2024 — salário no Chicago Sky: US$ 74.909.


#16. US$ 9,1 milhões – Paige Bueckers

Esporte: Basquete | Nacionalidade: EUA | Idade: 24 | Em quadra: US$ 0,1 milhão • Fora da quadra: US$ 9 milhões

Quase unânime como Revelação do Ano da WNBA e eleita para o 2º time da liga após ser a 1ª escolha do Draft (revelação). Em novembro, foi também a 1ª do Draft da Unrivaled. Tem 16 parcerias (Coach, DoorDash, Intuit), equity na Good Eat’n (de Chris Paul) e vai produzir/estrelar o filme Jess & Pearl (Apple).


#17. US$ 8,3 milhões – Jasmine Paolini

Esporte: Tênis | Nacionalidade: Itália | Idade: 29 | Em quadra: US$ 5,3 milhões • Fora das quadras: US$ 3 milhões

Depois de duas finais de Slam em 2024, venceu seu primeiro major (duplas) em Roland Garros. Sara Errani, parceira no título, será parte da sua comissão técnica em 2026. Novos patrocinadores: Amazfit, Alfa Romeo, Fulfil, Golden Goose e Purina.


#18 (empate). US$ 8,2 milhões – Sydney McLaughlin-Levrone

Esporte: Atletismo | Nacionalidade: EUA | Idade: 26 | Em pista: US$ 0,2 milhão • Fora da pista: US$ 8 milhões

Eleita atleta do ano no World Athletics Awards, quase igualou um recorde de 40 anos nos 400 m (nem é sua prova principal: detém o recorde mundial dos 400 m com barreiras). Rumo a 2028, cogita disputar 400 m rasos e com barreiras — ou 200 m — e até voltar ao salto em distância. Patrocínios: Gatorade, Neutrogena, TAG Heuer.

#18 (empate). US$ 8,2 milhões – Lindsey Vonn

Esporte: Esqui | Nacionalidade: EUA | Idade: 41 | Em pista: US$ 0,2 milhão • Fora da pista: US$ 8 milhões

Cinco anos após se aposentar, voltou às pistas em 2024 após uma prótese parcial no joelho, subiu ao pódio em Sun Valley (super-G) em março e, na semana passada, venceu um downhill tornando-se a campeã mais velha de uma etapa da Copa do Mundo. Mira a Olimpíada de Cortina 2026. Parceiros: Land Rover, Rolex e mais de dez marcas.


#20. US$ 8,1 milhões – Ilona Maher

Esporte: Rugby | Nacionalidade: EUA | Idade: 29 | Em campo: US$ 0,1 milhão • Fora do campo: US$ 8 milhões

Com mais de 9 milhões de seguidores entre TikTok e Instagram, não é uma jogadora “típica” de rugby. Após sua primeira temporada no Bristol Bears (liga inglesa), ganhou holofotes ao atuar pela seleção dos EUA na Copa do Mundo e trabalha com mais de 20 marcas (Adidas, Coppertone, Maybelline). Serviu de modelo para uma Barbie que chega às lojas em 2026.


METODOLOGIA

O ranking da Forbes considera ganhos no ano-calendário de 2025. “Em campo/quadra/pista” inclui salários, bônus, bolsas e premiações (valores arredondados para o US$ 100 mil mais próximo). “Fora de campo” (arredondados para o US$ 1 milhão mais próximo) deriva de estimativas com insiders e reflete patrocínios, licenciamento, aparições e memorabilia, além de retornos em dinheiro de negócios nos quais a atleta tenha participação relevante. A Forbes não inclui renda de investimentos (juros, dividendos), mas considera pagamentos por venda de participações. Não há dedução de impostos ou taxas de agentes. A lista inclui apenas atletas ativas no período. Venus Williams ficou de fora pelo calendário muito limitado (três torneios em 2025 e cinco nos últimos dois anos).

O post As Atletas Mais Bem Pagas do Mundo em 2025 apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima