Calendário de Resultados: Quando Empresas Divulgarão Balanços

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Enquanto julho se encaminha para o fim, agentes do mercado aguardam a divulgação dos resultados financeiros de grandes companhias, referentes ao segundo trimestre deste ano. Esses documentos são um bom referencial para os investidores, já que mostram não só a saúde financeira, mas também as projeções dessas empresas, além de trazerem um panorama sobre como o mercado está reagindo às turbulências mais recentes do mundo macroeconômico.

A temporada no Ibovespa começou nesta quarta-feira (23), com a WEG que, entre abril e junho, registrou um lucro líquido de R$ 1,59 bilhão, um crescimento de 0,4% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto o Ebitda foi de R$ 2,26 bilhões. A sequência de balanços do principal índice da bolsa brasileira tem previsão para se encerrar em 14 de agosto, quando Cyrela, Marfrig, IRB Brasil e Yduqs divulgarão seus resultados. Veja o calendário completo abaixo:

  • 24 de julho: Multiplan;
  • 25 de julho: Usiminas;
  • 28 de julho: Telef Brasil;
  • 29 de julho: Motiva;
  • 30 de julho: Bradesco (BBDC4 e BBDC3), Isa Energia, Santander, Taesa e TIM;
  • 31 de julho: Ambev, CSN, Gerdau, Gerdau MET, Marcopolo, Sid Nacional e Vale;
  • 5 de agosto: Banco do Brasil (BBSE3), Embraer, Iguatemi, Itaú, Klabin, Pão de Açúcar, Petrorio e Raia Drogasil;
  • 6 de agosto: Braskem, Brava, Cogna, Copel, Eletrobras (ELET 6 e ELET3), Hypera, Minerva, Rede D’Or, Santos BRP, Suzano, Totvs;
  • 7 de agosto: Assaí, Auren, Azzas, B3, Energisa, Engie, Lojas Renner, Magazine Luiza, Petrobras (PETR4 e PETR3), PetroRecôncavo, Raízen e Vivara;
  • 11 de agosto: Caixa, Direcional, Itausa, Localiza, Natura, Sabesp, São Martinho, Vamos e  Vibra;
  • 12 de agosto: BTG, CVC e MRV;
  • 13 de agosto: Allos, Banco do Brasil (BBAS3), Bradespar, Eneva, Equatorial, Hapvida, Petz, Porto Seguro, SLC Agrícola e Ultrapar.
  • 14 de agosto: BRF, Cemig, CPFL, Cosan, Cyrella, IRB Brasil, Marfrif e Yduqs.

Cenário econômico

De abril a junho, a economia brasileira começou a dar indícios mais claros de desaceleração, em meio ao ajuste final do Banco Central (BC) de 0,25 ponto percentual (p.p.), que elevou a taxa Selic para 15% ao ano. A inflação é de 5,35% no acumulado dos últimos 12 meses, embora o mercado de trabalho ainda siga aquecido.

Ao longo deste mês, o cenário teve um agravante de incertezas, com o tarifaço prometido pelo presidente americano, Donald Trump, de 50% sobre importações brasileiras, o que vem despertando diversas incertezas, já que o governo brasileiro não está conseguindo dialogar com os Estados Unidos. A situação deve refletir nos resultados do próximo trimestre, em outubro.

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