Em Dia de Recorde do S&p 500, Ibovespa Sobe Mais de 1% e Dólar Cai

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Com os resultados da Nvidia no radar, o mercado passou esta quarta-feira (27) entre expectativas e receios, ainda por conta da intervenção do presidente americano, Donald Trump, no Federal Reserve (Fed). Na segunda-feira (25), ele ordenou a demissão da diretora da autarquia, Lisa Cook, por fraude hipotecária. Algo sem precedentes na história americana e que coloca em xeque a autonomia do Fed.

No Brasil, o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, disse em evento que a convergência da inflação à meta de 3% está ocorrendo de forma lenta, ressaltando que a taxa Selic, agora em 15%, deve permanecer por período prolongado nesse patamar.

Além disso, o relatório do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quarta, mostrou que o desempenho do mercado de trabalho caiu em julho, ao abrir 129.775 vagas formais, o pior desempenho em cinco anos.

Ao final da sessão, o dólar recuou 0,29%, cotado a R$ 5,42. Já o Ibovespa registrou a sua maior pontuação no mês, com 139.205,81 pontos, alta de 1,04%. Em Wall Street, os índices avançaram, com destaque para o S&P 500, que alcançou novo recorde, totalizando 5.481,40 pontos, um acréscimo de 0,24% no dia.

Destaques

ITAÚ UNIBANCO PN avançou 1,68%, com o setor como um todo revertendo a fraqueza da primeira parte do pregão, marcado por dados do BC sobre crédito no país, com avanço de 1,2% nas concessões em julho ante junho, enquanto o estoque total cresceu 0,4% e a inadimplência no segmento de recursos livres subiu para 5,2%. BANCO DO BRASIL ON fechou em alta de 1,23%, enquanto BRADESCO PN subiu 0,74% e SANTANDER BRASIL UNIT valorizou-se 0,98%.

PETROBRAS PN fechou em alta de 0,76%, acompanhando o sinal positivo dos preços do petróleo no exterior. No setor, BRAVA ON avançou 2,6%, PRIO ON subiu 1,64% e PETRORECONCAVO ON encerrou a sessão negociada com acréscimo de 0,55%.

VALE ON terminou com variação negativa de 0,05%, tendo como pano de fundo a queda dos futuros do minério de ferro na China. No setor, CSN ON e USIMINAS PNA fecharam em alta, após queda em parte do dia, enquanto GERDAU PN recuou 0,12%. O Aço Brasil, que representa as siderúrgicas instaladas no país, revisou estimativas para o desempenho do setor em 2025, elevando fortemente as perspectivas para consumo aparente e importações.

BRASKEM PNA ganhou 5,79%, na sexta alta consecutiva. Nos últimos pregões, o noticiário envolvendo a petroquímica incluiu o fim da exclusividade nas negociações entre o empresário Nelson Tanure e a Novonor por fatia da companhia, bem como de que a gestora IG4 e bancos credores acertaram período de exclusividade sobre a empresa. No radar, reunião do Comitê Executivo de Gestão (Gecex) na quinta-feira (28) tem na pauta investigação para aplicação de antidumping envolvendo resinas de polietileno

SÃO MARTINHO ON subiu 4,61%, endossada por relatório de analistas do Citi, que elevaram a recomendação das ações para “compra”, uma vez que não preveem novos gatilhos negativos relevantes no curto prazo. “Embora não esperemos uma recuperação expressiva nos preços de açúcar e etanol no curto prazo, também não vemos motivos para quedas relevantes, o que indica que a ação pode estar próxima do fim de sua tendência de baixa”, afirmaram. O preço-alvo subiu de R$ 20,00 para R$ 20,50.

AUREN ON recuou 1,66%, em sessão de ajustes, após três altas seguidas. No mês, o papel acumula valorização de quase 15%.

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